terça-feira, 10 de julho de 2007

Há uma razão bastante óbvia pela qual eu nunca hei-de ter um quadro de Magritte: o dinheiro, ou seja, o dinheiro. Também há uma razão evidente para o facto de eu nunca vir a ter um quadro de Velázquez: é que eu prefiro Goya. E a razão indubitável pela qual eu nunca terei um quadro de Goya é o dinheiro, isto é, o dinheiro.