segunda-feira, 23 de julho de 2007

Quando ela se punha a pensar, chegava à conclusão de que, por mais que se esforçasse, não podia converter o ateu que amava. Chegou a dizer-lhe «Não vês? Se Deus não existisse como é que era? Eu e tu não existíamos.» Foi em vão: ela ainda não tinha percebido, à boa maneira neoplatónica, que é mais fácil amar sem se existir.