segunda-feira, 9 de julho de 2007

Sou pela violência nos filmes. Sou pelo sangue a jorrar de maneira impossível, pelas lâminas encostadas aos pescoços de donzelas, pelo desmembramento, pela porrada no melhor amigo em jeito de passatempo. Sou pelos carros que voam no meio das cidades, sou pelos vidros de janelas atravessados por homens de músculo, sou pelas explosões ruidosas e pelos tiros de metralhadora. Sou pelos franco-atiradores mortos à pancada quando faltam as balas, pelos atropelamentos e pelo tic-tac das bombas que já estão quase. Sou pelo vídeo, não sou pela vida.