quinta-feira, 5 de junho de 2008

De acordo com a Wikipedia, um ex-baixista dos Metallica nasceu em 1986 e morreu em 1987, com apenas 24 anos. Acredito que, de certa forma, a informação justifique a riqueza estética e performativa do heavy metal. Mentira. Vi Metallica ao vivo e foi das melhores e mais profissionais coisinhas que alguma vez vi ao vivo, tirando uma senhora que uma vez se me apresentou às três da tarde no Poço do Borratém, e eu ia só à Junta de Freguesia falar com o Presidente. Profissionalismo, sim, mas nunca no leitor de CD. Isso e ofender a memória de um morto. Quanto a Cliff Burton (1986-1987), estou safa: parece que eles agora, lá em cima, no tiroliroliro, ou cá em baixo, no tiroliroló, usam pendrives e Blu-ray.

Nota: vendo a Wikipedia com mais atenção, dou-me conta de que, afinal, o período 86-87 não é aquele no qual Cliff Burton viveu, mas aquele em que a banda sofreu a ausência do baixista. Mas se não tivesse visto mal não havia post, o que é chato.