terça-feira, 5 de julho de 2011

Otorrinolaringologia

Se eu um dia escrever alguma coisa que fique, aqui está como gostaria de ser lembrada: escrevia com a garganta. Porque não escrevo nada que não possa ser lido em voz alta, da garganta, e é da garganta que me saem as palavras. A angústia não. A angústia é o que fica.

2 comentários:

Anónimo disse...

Sequência fracota; habituaste-nos a muito melhor.
Desinspirada, Tatiana?

PS
A verificação de palavras era frefutut. Pareceu-me bem.

Laura Ferreira disse...

Belíssimo.